RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO (RI): O FOCO COMUM ENTRE A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (CI) E A ARQUIVÍSTICA[1]
Information Retrieval: the common focus between Information Science and
Archival/Records Management
Angelica Alves da Cunha Marques (Universidade de Brasília)
Shirley do Prado Carvalhêdo (Universidade de Brasília)
Marli Guedes da Costa (Universidade de Brasília)
Flávia Helena de Oliveira (Universidade de Brasília)
Patrícia Andrade da Silva (Universidade de Brasília)
Resumo
O presente trabalho tem como objetivo demonstrar, a partir de uma perspectiva epistemológico-social, a relação entre a Arquivística e a Ciência da Informação (CI), tendo como ponto focal a Recuperação da Informação (RI). Para tanto, buscou-se os desdobramentos: a) descrever as origens e trajetória da CI; b) mapear os estudiosos da CI que enfocam a RI na perspectiva social; c) identificar os estudiosos da Arquivística que abordam sua vertente social; d) apresentar os diálogos epistemológicos entre a CI e a Arquivística. A metodologia consistiu na realização de um levantamento bibliográfico concernente aos temas e inserção das discussões em um blog. Os resultados apontam para um estreito relacionamento entre as duas disciplinas.
Palavras-Chave
1) Ciência da Informação; 2) Arquivística; 3) Recuperação da Informação.
Abstract
The present work intends to demonstrate, from an epistemological-social perspective, the relationship between Archival/Records Management and Information Science, having as a focal point Information Retrieval (IR). To this end, the following end-results were pursued: a) describe the origins and the trajectory of Archival/Records Management and Information Science; b) map out the scholars of Information Science who focus on IR's social perspective; c) identify those scholars of Archival/Records Management who analyse its social aspects; d) present the epistemological dialogues between Archival/Records Management and Information Science. The methodology consisted in identifying the bibliography which applies to the proposed topics and the inclusion of the discussions in a blog. The results point to a close relationship between the two disciplines.
Keywords
1) Information Science; 2) Archival/Records Management; 3) Information Retrieval.
1. Introdução
O presente trabalho, resultado das reflexões propiciadas pela disciplina Fundamentos em Ciência da Informação[1], tem como objetivo geral demonstrar, a partir de uma perspectiva epistemológico-social, a relação entre a Arquivística e a Ciência da Informação (CI) tendo como foco a Recuperação da Informação (RI). Quanto aos objetivos específicos, esta pesquisa busca descrever as origens e trajetória da CI; mapear os estudiosos da CI que enfocam a RI na perspectiva social; identificar os estudiosos da Arquivística que abordam sua vertente social e apresentar os diálogos epistemológicos entre a CI e a Arquivística.
Metodologicamente, foi realizado um levantamento bibliográfico concernente aos temas apontados nos objetivos. Posteriormente, as discussões das autoras, ao longo do primeiro semestre de 2008, aconteceram num blog[2].
Esta comunicação se justifica na medida em que nos centramos em relacionar a disciplina Arquivística com o campo científico da CI. Ao abordar temas comuns às duas áreas, entendemos que a RI representa, para as duas disciplinas, a incorporação de idéias paradigmáticas.
2. Histórico da Ciência da Informação
Os juristas belgas Paul Otlet e Henri La Fontaine foram os responsáveis pelas iniciativas de estruturação e conceitualização da Documentação. Em 1892, fundaram o Instituto Internacional de Bibliografia (IIB) com o objetivo de desenvolver técnicas de tratamento e análise de conteúdos necessários à investigação científica e técnica. (MATTELART apud FREIRE, 2006, p.6). Em 1931, o IIB transformou-se na Federação Internacional de Documentação (FID), tornando-se determinante no desenvolvimento de técnicas de tratamento e análise do conteúdo dos documentos. Nesse sentido, “documentação”:
passou a ser um conceito com especificidade própria, restringindo o seu âmbito à organização e tratamento de registros informativos em diversificados suportes, necessários, sobretudo, à investigação científica e técnica. As bibliografias, os índices e a elaboração de resumos eram alguns dos produtos em que os documentalistas centravam a sua actividade. (SILVA et al., 1999, p. 28).
O conceito de Ciência da Informação por sua vez, foi introduzido em meados do século XX, num momento de transformações sociais, para designar um novo campo de estudo, que tinha como objetivo abranger o contexto social da produção do conhecimento humano, no qual a apropriação e a RI e do conhecimento tornar-se-iam forças estratégicas.
Os esforços para a formação e estruturação da CI se concentraram, em nível mundial, nas instituições, na comunidade científica e nos eventos por elas promovidos. Dentre as instituições, destacam-se a FID, o American Documentation Institute (ADI), a American Library Association, o Vserossiisky Institut Nauchnoi i Tekhnicheskoi Informatsii (VINITI) e o Institute of Information Scientists. Quanto aos eventos, marcaram a história da CI: a Conferência de Informação Científica da Royal Society, realizada em 1948, em Londres; a International Conference on Scientific Information, em 1958, em Washington; e o Second International Congress on Information System Sciences, promovido pelo Georgia Institute of Technology, Virgínia, Estados Unidos, em 1962.
Os estudos desenvolvidos por pesquisadores e cientistas também foram vitais para a inserção da CI no campo das ciências, pelo estabelecimento de aportes conceituais. O artigo As we may think, de Vannevar Bush, introduziu em 1945 a preocupação em tornar acessível um crescente volume de informações, particularmente produzidos em ciência e tecnologia, chegando à conclusão que isso só seria possível por meio do uso da tecnologia. Para tanto, Bush imaginou uma máquina, chamada MEMEX, que seria capaz de armazenar os conteúdos de livros, discos e comunicações de uma pessoa e, ao mesmo tempo, possibilitar sua recuperação com rapidez e flexibilidade.
A partir dos anos 1970, a CI passou a ter uma abordagem mais social e humana, voltada para o usuário. Os estudiosos passaram a reconhecer que o núcleo central da disciplina não residia na tecnologia da informação em si, mas nas ferramentas capazes de efetivar a comunicação da informação desejada entre o produtor e o usuário. Essa observação ratifica a vertente social da disciplina, na qual a tecnologia é um trunfo importante, mas não o único ou o principal. Deve ser um meio, para se atingir um fim, nesse caso, social, coletivo.
3. Arquivística: algumas propriedades e contextualizações
A abordagem arquivística pós-moderna ou pós-custodial, que vem sendo construída nas últimas décadas, questiona o modelo arquivístico auxiliar da História, voltado à conservação do patrimônio documental, vigente desde a Revolução Francesa. Estudiosos portugueses procuram definir a Arquivística como disciplina autônoma, defendendo uma condição interdisciplinar, principalmente ao proporem uma relação de pertinência da Arquivística na CI.
Nessa perspectiva, Ribeiro (2002, p. 107) propõe que o novo paradigma para a Arquivística deve se caracterizar pela teoria sistêmica, no qual o arquivo “é visto como um sistema (semi-)fechado de informação social”, no qual a estrutura, a função e a memória são definidoras dos tipos possíveis de arquivos.
González de Gómez (1990, p.118), por sua vez, considera os arquivos, as bibliotecas, os museus e os centros de documentação como participantes e representantes de um “Sistema formal intermediário de Recuperação da Informação”. A autora acredita que um dos paradigmas e desafios consiste em estudar esses “Sistemas” sob o ponto de vista dos fatores externos – condições culturais, históricas, sociais – para perceber o “universo da ação, do conhecimento e do discurso social”.
Gagnon-Arguin (1992) recorre à concepção da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), quanto às relações entre as Ciências da Informação, a Biblioteconomia e a Arquivística, segundo a qual, os três domínios possuem o mesmo objeto, isto é, a informação registrada num suporte, embora de forma distinta.
Em termos institucionais, no Brasil, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), desde 1984, reconhece a Arquivística como uma das subáreas da área Ciência da Informação no Brasil (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, 1984) e, mais recentemente, propõe uma classificação que diferencia, nitidamente, a Arquivística da Ciência da Informação. No entanto, essa proposta ainda não foi aprovada[3].
4. Considerações finais: A RI como contribuição da CI para a Arquivística
Belkin (1978), ao considerar a necessidade de um auto-conhecimento da CI, na busca de um conceito de “informação” útil para os seus propósitos e almejando ultrapassar a visão reducionista de adequar essa disciplina aos modelos tradicionais da Ciência, propõe alguns atributos, pautados na relevância e na operacionalidade, para conceber esse conceito. Tais atributos relacionam-se, direta ou indiretamente, à RI quanto a três aspectos: metodológicos, comportamentais e conceituais. Esse autor destaca a importância da aplicabilidade da informação em um contexto específico para a CI e aponta a dificuldade de se prever os efeitos individuais dos diversos usos da informação na perspectiva social de RI.
Esta, por sua vez, é um dos focos da CI, uma vez que está presente no desenvolvimento de especialidades como a Bibliometria, Estudo de Usuário e Comunicação Científica. Nesse sentido, Saracevic (1996, p. 44) avança um pouco mais e destaca a RI como núcleo da CI, ao entender que, para solucionar o problema da explosão informacional, a RI impulsionou a CI. Mooers conceitua a RI nos seguintes termos: “engloba os aspectos intelectuais da descrição de informações e suas especificidades para a busca, além de quaisquer sistemas, técnicas ou máquinas empregados para o desempenho da operação” (apud SARACEVIC, 1996, p. 44).
A participação dos cientistas da informação em RI baseia-se na linha histórica da Biblioteconomia. Assim, Svenonius (2000), que trabalha, sobretudo, com “entidades bibliográficas”, mantém-se atrelada aos formatos reconhecidos pelas bibliotecas. Mas, apesar dessa orientação para o documento bibliográfico, a autora reconhece a emergência de outras entidades, dentre elas a arquivística, que lida especificamente com grupo de documentos de mesma proveniência.
Taylor (2003), por sua vez, estabelece um paralelo da organização da informação em bibliotecas, museus, arquivos, Internet, etc. No tocante à Arquivística, a autora observa que a organização dos documentos de arquivo obedece aos Princípios da Proveniência[4] e do Respeito à Ordem Original[5] e afirma que um movimento significativo de padronização da descrição arquivística vem se intensificando nos últimos anos, em função do crescimento das pesquisas que utilizam a fonte arquivística.
A descrição arquivística, materializada nos instrumentos próprios de pesquisa (guias, repertórios, catálogos, inventários, dentre outras) insere-se num contexto mais amplo, que é o do papel social dos arquivos. Esse papel vai ao encontro da proposta social da CI, a qual, como já vimos, é destacada por Saracevic, como seu núcleo. A utilização das normas de descrição viabiliza o acesso a documentos como “provas de ação” (DURANTI, 1994). Assim, a descrição consiste, no âmbito arquivístico, na busca da construção dos instrumentos de pesquisa, os quais concretizam a recuperação dos documentos e das informações neles contidas.
Considerando as relações entre a Arquivística e a CI no contexto social e a informação como objeto de interesse tanto para cientistas da informação quanto para arquivistas (dentre tantos outros profissionais que também lidam com a informação), a preocupação acerca da criação de memórias (SILVA et al, 1999, p. 27) e da RI é comum às duas áreas. Alguns estudiosos da CI – Belkin (1978), Saracevic (1996) e Capurro (2003), dentre outros – concordam que a RI, assim como a aquisição, a produção, o armazenamento, o tratamento e a organização, seria uma atribuição de interesse dos profissionais de informação.
O objeto da CI é “a informação como um fenômeno inscrito na realidade humana e social” (SILVA et al, 1999, p. 31). Por esse motivo, tal objeto coincide com o da Arquivística, o qual se refere ao conjunto dos documentos produzidos e acumulados ao longo das atividades organizacionais ou individuais (ou de famílias), ou seja, informação resultante das atividades do homem em sociedade.
Os posicionamentos acerca dos diálogos entre essas disciplinas se assentam no deslocamento da noção estática de “documento”, como conceito operatório e como objeto de estudo, para o enfoque na “informação”, que marca “a entrada dos arquivos e da Arquivística na chamada era pós-custodial e científica”. (MASSON, 2006, p. 99). Tais desafios se impõem principalmente pela emergência das tecnologias de informação e de comunicação e na conseqüente geração dos documentos eletrônicos e das redes internacionais de comunicação.
5. Referências Bibliográficas
BELKIN, N. J. Information concepts for information science. Journal of Documentation, v. 4, n. 1, p. 55-85, mar./1978.
BUSH, Vannevar. As we may think. The Atlantic Monthly, Jul./1945.
CAPURRO, R. Epistemologia e Ciência da Informação. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, 5., Belo Horizonte, 2003. Anais... Belo Horizonte, 2003.
CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO. Áreas do conhecimento: classificação. Brasília: SEPLAN/CNPq, 1984.
DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005.
DURANTI, Luciana. Registros documentais contemporâneos como prova de ação. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 7, n. 13, p. 49-64, jan./jun. 1994.
FREIRE, Gustavo Henrique. Ciência da Informação: temática, histórias e fundamentos. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 11, n.1, p.6-19, jan./jun 2006.
GAGNON-ARGUIN, Louise. L’Archivistique: son histoire, ses acteurs depuis 1960. Québec: Presses Universitaires du Québec, 1992.
GONZÁLEZ DE GOMEZ, Maria Nélida. O objeto de estudo da Ciência da Informação: paradoxos e desafios. Ciência da Informação, v. 19, n. 2, jul./dez. 1990, p. 117-122.
MASSON, Sílvia Mendes. A Arquivística sob o prisma de uma Ciência da Informação: uma proposta de Silva & Ribeiro. Arquivística.net, v. 2, n. 1, p. 85-103, jan./jun. 2006. Disponível em: . Acesso em 28 de set. 2006.
RIBEIRO, Fernanda. Da arquivística técnica a arquivística científica: a mudança de paradigma. Revista da Faculdade e Letras – Ciências e Técnicas do Patrimônio, Porto, I série, v. 1, p. 97-110, 2002. Disponível em: <http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo3511.pdf>. Acesso em 27/04/08.
SARACEVIC, T. Ciência da Informação: origem, evolução e relações. Perspectivas em Ciência da Informação, Brasília, v. 1, n. 1, p. 4-62, jan./jun. 1996.
SILVA, Armando Malheiro da. et al. Arquivística: teoria e prática de uma Ciência da Informação. Porto: Afrontamento, 1999.
SVENONIUS, E. The intellectual Foundation of Information Organization. Cambridge, MA: MIT Press, 2000.
TAYLOR, A. The organization of information. 2.ed. Library and Information Science Text Series. 2003.
6. Notas
[1] Disciplina obrigatória ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCInf) da Universidade de Brasília (UnB).
[2] Informações disponíveis em: .
[3] Informações disponíveis em: <http://www.memoria.cnpq.br/areas/cee/proposta.htm>. Acesso em: 4 maio/2008.
[4] “Princípio básico da Arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras” (DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA, 2005, p. 136).
[5] “Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu” (DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA, 2005, p. 137).
O Grupo, com esta denominação, foi criado em 2002, embora desenvolva pesquisas desde 2000, que já resultaram em artigos, dissertações e livros; apresentações de resultados de pesquisas em Congressos nacionais e internacionais, além de projetos de iniciação científica.
Descrição do Grupo
As pesquisas do Grupo articulam-se em torno dos seguintes eixos principais: 1) As Instituições arquivísticas públicas e privadas nacionais e suas articulações com as políticas de informação do Estado, suas concepções e práticas de tratamento arquivístico de seu acervo e de seus usuários internos e externos; 2) As políticas de difusão dos acervos arquivísticos pelas instituições públicas de arquivo; 3) As políticas de informação do Estado; 4) os desafios dos documentos de arquivo produzidos em meio eletrônico; 4) Sistematização de conceitos e da produção científica em Arquivística que definem, para a comunidade científica e a sociedade em geral, o conhecimento arquivístico e seu posicionamento nas políticas de informação do Estado; 5) A problematização dos conceitos: a) de memória, informação e patrimônio documental e de sua gestão pelo Estado; b) de uma das funções arquivísticas fundamentais – a avaliação, que é, em última instância que define o que deve ser conservado ou não; 6) A questão do acesso aos documentos arquivísticos de caráter sigiloso.
Objetivos do Grupo:
- Realizar estudos e pesquisas relacionadas aos eixos temáticos definidos na descrição do Grupo.
- Divulgar os resultados das pesquisas por meio de: congressos nacionais e internacionais; artigos em periódicos científicos nacionais e internacionais; palestras, seminários, conferências; livros, etc.
- Realizar seminários/palestras/conferências com base nos eixos temáticos definidos na descrição do Grupo. Qualquer um dos membros do Grupo poderá propor um tema para a realização da atividade o qual, aprovado pelo Grupo, deverá contar com o apoio dos outros membros para a sua realização. As atividades poderão prever a participação de convidados externos. No caso de convidados fora de Brasília, a atividade deverá ser proposta com antecedência suficiente para que possamos obter os recursos financeiros e definir o espaço onde esta será realizada.
- Criar e manter um Blog com informações profissionais e acadêmicas sobre os membros do Grupo e sobre as atividades/publicações individuais e/ou coletivas do Grupo.
Princípios Gerais do Grupo:
- Na condição de Líder do Grupo, a professora Georgete Medleg buscará obter recursos financeiros junto ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da UnB, às agências de fomento nacionais e junto a outras instituições internacionais para a realização das atividades do Grupo.
- Todos se comprometem a divulgar entre os membros do Grupo, na medida do possível, as atividades externas de interesse do Grupo.
- Todos se empenharão em buscar meios de divulgar os resultados das pesquisas do Grupo, além do Blog.
- O Grupo se compromete a realizar, pelo menos, duas atividades anuais.
- Tentar-se-á, na medida do possível, produzir trabalhos coletivos, envolvendo, pelo menos, dois membros do Grupo.
- Todas as atividades/publicações individuais e/ou coletivas deverão ser informadas ao Grupo como um todo, particularmente à Líder do Grupo, para que esta mantenha atualizados os dados sobre o Grupo no Diretório do Grupo de Pesquisa do CNPq.